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UM DIA APÓS O OUTRO

 UM DIA APÓS O OUTRO
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COLUNA WENSE, SEXTA-FEIRA, 9 DE JANEIRO DE 2026.

Por Marco Wense

 

 

 

No ar, envolvendo o atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o ex, Jair Messias Bolsonaro (PL), caminhos diferentes em relação ao ano eleitoral de 2026.

 

O petista-mor vai atrás do quarto mandato, o governo Lula 4. O ex-morador do Palácio do Alvorada está inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), instância máxima da Justiça Eleitoral.

Lula mostrando que tem vitalidade para enfrentar uma nova disputa pelo cargo mais cobiçado do Poder Executivo. Bolsonaro querendo que o eleitorado tenha por ele um sentimento de pena, o que pode levar os indecisos a votar no senador-presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o filho número 1.

E aí não tem como não deixar de lembrar daquele Bolsonaro, digamos, “super-homem”, o “mito” que desafiava a ciência, o negacionista, o Bolsonaro que dizia que a Covid-19 era uma “gripezinha”. O Bolsonaro que ao ser questionado sobre o número de mortes em decorrência da pandemia, respondia que não era “coveiro”.

Lula, além de demonstrar que está com a saúde boa, e que continua dando conta do recado, obviamente com sua Janja, vai mostrando para o eleitor, o cidadão e a cidadã, que não vai se dobrar ao Congresso Nacional e a Donald Trump, todo poderoso presidente dos Estados Unidos.

Concluo com um ditado popular que se encaixa perfeitamente na coluna de hoje: “Nada como um dia após o outro”. O outro dia é a oportunidade da reflexão, do recomeçar, do arrependimento.

Confesso, com toda sinceridade do mundo, que torço para que Jair Messias Bolsonaro tenha esse “outro dia”.

Se não houver uma união dos países no sentido de “puxar a corda” de Donald Trump, o amanhã vai ficando cada vez mais imprevisível. Os Estados Unidos quer assumir o controle financeiro do mundo. Depois da Venezuela, do ditador Nicolás Maduro, Trump está de olho na Colômbia. Como não bastasse, veja, caro e atento leitor, a manchete de hoje, sexta-feira (9), do UOL Notícias: “Trump ameaça realizar ataques contra cartéis de drogas no México”. O argumento para as invasões é sempre o mesmo: tráfico de drogas. Até as freiras do convento das Carmelitas sabem que o petróleo é o verdadeiro motivo. A “água preta” ainda vai levar a uma guerra catastrófica.

 

 

 

Por Marco Wense

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