Rogério Ceni aponta excesso de riscos do Bahia após marcar: “Arriscamos demais”
Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia
O Bahia viveu uma noite para ser deixada para trás nesta quarta-feira (07), na Arena Fonte Nova. Líder do chamado “Grupo da Morte” da Copa Libertadores, o Tricolor entrou em campo com a chance de dar um passo importante rumo às oitavas de final. O cenário era favorável: casa cheia, apoio da torcida e confiança em alta. Mas o que era para ser uma celebração virou frustração com a derrota surpreendente para o Nacional.
Com cerca de 43 mil torcedores nas arquibancadas, o clima era de otimismo. E esse sentimento se intensificou logo no início do segundo tempo, quando Jean Lucas balançou as redes — seu terceiro gol na competição. O Bahia parecia no caminho certo, mas a forma como a equipe reagiu ao gol mudou completamente o rumo da partida.
Após abrir o placar, o time dirigido por Rogério Ceni seguiu pressionando em busca de mais um gol, mas acabou se desorganizando defensivamente. Em uma cobrança de escanteio, o Nacional aproveitou uma falha de marcação e empatou. A partir daí, o Esquadrão teve uma queda visível de rendimento e, em pouco mais de dez minutos, viu os uruguaios virarem o placar. O golpe final veio com o terceiro gol, já nos minutos finais do confronto.
O técnico Rogério Ceni avaliou que faltou maturidade ao grupo para controlar o jogo após sair na frente. “Nós nos perdemos por oito ou dez minutos. Faltou energia para voltar e se reposicionar, fomos com muita gente para o ataque, não precisava disso […] Arriscamos demais no momento errado”, afirmou o treinador.