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Reconhecido como o ogã mais velho do Brasil, Luiz Bangbala, morre aos 106 anos

 Reconhecido como o ogã mais velho do Brasil, Luiz Bangbala, morre aos 106 anos

Foto: Reprodução/Redes Sociais

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O sepultamento de Ogã Bangbala, reconhecido como o ogã mais longevo do Brasil, será realizado nesta terça-feira (17), no Cemitério Jardim Mesquita, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Ele faleceu no domingo (15), aos 106 anos, após dedicar mais de oito décadas ao candomblé.

Desde 31 de janeiro, estava internado no Hospital Municipal Salgado Filho, onde tratava uma infecção renal, segundo informações do metro1. A morte foi comunicada por sua esposa, Maria Moreira, que declarou que o candomblé perde uma de suas maiores referências e que ele foi seu orgulho e mestre.

Natural de Salvador, onde nasceu em 1919 com o nome Luiz Ângelo da Silva, foi iniciado ainda jovem na religião de matriz africana. Na função de ogã, era responsável por tocar os atabaques e conduzir os rituais dedicados aos orixás. Mais tarde, fixou residência em Belford Roxo (RJ), cidade onde viveu até os últimos dias.

Bangbala também foi fundador do Afoxé Filhos de Gandhy no Rio de Janeiro, gravou álbuns em iorubá e foi condecorado com a Ordem do Mérito Cultural em reconhecimento à sua trajetória.

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