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Pipoca do MUDEI abre último dia de festa, reúne multidão no Campo Grande e marca ano de valorização do Circuito Osmar

 Pipoca do MUDEI abre último dia de festa, reúne multidão no Campo Grande e marca ano de valorização do Circuito Osmar

Foto: Bruno Concha

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O sexto e último dia oficial do Carnaval de Salvador 2026 teve início com o Campo Grande completamente tomado por foliões que foram prestigiar a Pipoca do MUDEI, responsável por abrir os desfiles do Circuito Osmar nesta terça-feira (17). Em um ano que simboliza a consolidação do circuito e a retomada do protagonismo do Centro da cidade, o movimento musical reforçou a essência que sustenta sua trajetória: a defesa de um Carnaval democrático, conectado às tradições da cultura baiana e à potência da festa de rua.

Por volta das 13h, Ricardo Chaves, Magary Lord, Jonga Cunha e Ramon Cruz subiram no pranchão e transformaram a avenida em um verdadeiro encontro de gerações. Do começo ao fim do percurso, uma multidão acompanhou o desfile, evidenciando que o público voltou a ocupar o Campo Grande com entusiasmo, disposição e o desejo de vivenciar de perto o chamado Carnaval raiz.

O repertório foi marcado por sucessos que atravessam décadas e fazem parte da memória afetiva dos foliões, como “Faraó”, “Bota pra Ferver”, “Taba”, “Auê”, “Magia”, “Cometa Mambembe”, “Prefixo de Verão”, “We Are Carnaval”, “Baianidade Nagô”, “Eva”, “Chame Gente” e “Selva Branca”. A cada canção, o coro do público ecoava pela avenida, reafirmando a força do Axé Music como um dos principais símbolos da identidade cultural baiana.

Ao final da apresentação, Ricardo Chaves conversou com os foliões e destacou a proposta do projeto, ressaltando a proximidade proporcionada pelo pranchão. “O Carnaval de Salvador é feito pelo povo e para o povo. Na nossa pipoca vocês não precisam ficar com torcicolo para nos enxergar. A graça é ter vocês por perto, porque quando a gente olha no olho de vocês a gente vê a verdade das ruas.” Logo depois, ao som de “O Bicho”, o grupo encerrou o desfile, deixando no ar a expectativa de um novo encontro no próximo ano.

Mais uma vez, a Pipoca do MUDEI, símbolo do Carnaval raiz, evidenciou a força da festa nas ruas e reafirmou o Campo Grande como um dos espaços mais vivos e emblemáticos do Carnaval de Salvador.

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