OSBA apresenta “Psiconcerto” na Biblioteca Central do Estado da Bahia neste sábado (18)
Foto: Caio Lírio
A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) promove uma experiência que integra música e psicanálise com o projeto Psiconcerto, que alterna apresentações musicais com análises sob o olhar da psicologia. O espetáculo será conduzido pelo maestro Carlos Prazeres, contará com solo da soprano Marília Vargas e terá a participação das psicólogas Malu Moraes e Letícia Fernandez. A apresentação acontece neste sábado (18/04), às 17h, na Biblioteca Central do Estado da Bahia, localizada nos Barris. A entrada é gratuita, conforme a capacidade do espaço, e o público poderá acessar o local a partir das 16h.
Com o tema “A Paixão”, o repertório reúne composições de nomes consagrados da música clássica, como George Frideric Handel (1685-1759), Henry Purcell (1659-1695) e Johann Sebastian Bach (1685-1750). Segundo o maestro Carlos Prazeres, a proposta inclui a participação de psicólogas convidadas, que irão discutir diferentes aspectos relacionados ao amor e à paixão. “Vamos ter psicólogas convidadas que abordarão temas ligados ao amor e à paixão com vários enfoques. Teremos exemplos como a paixão de Cristo ou a paixão da ausência até a diferença entre paixão e amor, tudo sob uma visão psicanalítica. No Psiconcerto, a música sinfônica estará em diálogo com a psicologia”, explica.
O Psiconcerto foi lançado em 2016, no Casarão do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), no Solar do Unhão, na Avenida Contorno. Na estreia, o tema escolhido foi “Humor”, com a execução de três peças sinfônicas sob regência de Carlos Prazeres, intercaladas por uma palestra do psicanalista convidado Carlos Pinto. A curadoria ficou a cargo da psicóloga Mariana Gordilho, e o evento contou ainda com a participação especial do professor e compositor Paulo Costa Lima, da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
Criada em 30 de setembro de 1982, a Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) integra o corpo artístico do Teatro Castro Alves e teve seu processo de publicização consolidado em abril de 2017. Desde então, a gestão é realizada pela Associação Amigos do Teatro Castro Alves (ATCA), organização sem fins lucrativos qualificada como Organização Social (OS). A orquestra segue como um corpo artístico público, mantido com recursos do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura (SecultBA) e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb).