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Integrante do ‘Baralho do Crime’ morre em confronto durante operação policial

 Integrante do ‘Baralho do Crime’ morre em confronto durante operação policial

Foto: SSP-BA

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Um homem apontado pela Polícia como integrante do “Baralho do Crime” da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) morreu durante um confronto com agentes de segurança na manhã desta sexta-feira (14), na localidade de Barro Duro, em Salvador.

Identificado como Allan Rodrigues dos Santos, conhecido pelos apelidos “3 Bond” e “Sete”, o suspeito ocupava a posição de “3 de Ouro” na ferramenta da SSP-BA, que reúne pessoas procuradas por envolvimento em crimes graves. Segundo informações do g1, ele era procurado por suspeitas relacionadas a homicídios, tráfico de drogas e outras atividades criminosas.

De acordo com a Polícia Civil (PC), as equipes foram até a região para cumprir mandados de busca e apreensão. Ao perceber a chegada dos agentes, Allan teria tentado fugir, feito uma mulher de refém e efetuado disparos contra os policiais. Houve troca de tiros e o suspeito foi atingido.

Ele recebeu atendimento e foi encaminhado para uma unidade de saúde da região, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Durante a ação em uma área de mata de Barro Duro, os policiais encontraram dois acampamentos clandestinos que, conforme as investigações, seriam utilizados pelo grupo liderado por Allan. No local, foram apreendidos armamentos e munições de diferentes calibres, entre eles um fuzil calibre 7,62, uma pistola calibre .40 com seletor de rajada, dois carregadores de fuzil, cinco carregadores de pistola, 143 munições de fuzil e 182 munições calibre .40.

Além das armas e munições, as equipes localizaram porções de maconha, dinheiro em espécie e um veículo com registro de roubo.

Segundo a Polícia Civil, Allan era apontado como uma das lideranças de uma organização criminosa com atuação em Salvador e na Região Metropolitana. As investigações indicam que o grupo exercia domínio territorial e atuava em áreas como Estrada das Pedreiras, Residencial Coração de Maria, CEASA, Casinhas do CEASA e Novo Horizonte.

A organização é investigada por crimes como tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e homicídios cometidos na capital baiana.

Allan também possuía condenações anteriores na Justiça que, somadas, chegavam a quase 30 anos de prisão. Desse total, 20 anos eram referentes a uma condenação por homicídio, enquanto outros nove anos estavam relacionados a tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

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