14 de fevereiro de 2026
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Casa de Castro Alves recebe terceira edição do Movimento Irun em celebração antecipada ao Dia das Crianças

 Casa de Castro Alves recebe terceira edição do Movimento Irun em celebração antecipada ao Dia das Crianças

Foto: Divulgação/ Ricardo Castro

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No dia 28 de setembro, a partir das 14h, a Casa de Castro Alves será palco da terceira edição do Movimento Irun. A programação inclui roda de conversa, a exposição e feira Design Caboclo – reunindo moda, artesanato, acessórios, artistas e designers – e atividades lúdicas inspiradas em brincadeiras africanas e jogos populares de rua, quintal e roda, em uma celebração antecipada ao Dia das Crianças. O encerramento ficará por conta do espetáculo “Homenagem aos Santos Meninos”, do cantor e compositor Aloísio Menezes, dedicado a Ibejis, Erês, Vungis e a Cosme e Damião.

A edição terá atenção especial ao público infantil, oferecendo atividades conectadas às culturas africanas e às tradições populares brasileiras. A proposta é valorizar o brincar como ato de resistência cultural e preservação da memória coletiva, reconhecendo a infância tanto como força do futuro quanto como presença ancestral. Jogos e práticas recreativas de diferentes regiões do continente africano serão reinterpretados em experiências coletivas, estimulando a convivência comunitária.

Entre as participações confirmadas está a educadora Tatiana Garcez, diretora da Villa Criar – Escola e Centro de Estudos, em Lauro de Freitas. Com três décadas de atuação na educação infantil, ela se dedica ao fortalecimento da infância, da diversidade e da construção coletiva. Tatiana leva ao encontro sua experiência em gestão pedagógica, políticas públicas e protocolos educacionais que reforçam o compromisso com a educação e a cultura.

Criado para valorizar saberes ancestrais, o Movimento Irun – termo da língua tupinambá que significa “irmão” ou “companheiro” – articula arte, educação, espiritualidade e meio ambiente. A iniciativa tem como ponto de partida a Casa de Castro Alves, mas se expande pelo Centro Histórico e por comunidades tradicionais da Bahia, como quilombolas, povos indígenas, marisqueiras e povos de terreiro. Em ciclos trimestrais, promove formações, feiras, saraus, exposições e encontros de intercâmbio, fortalecendo redes criativas e sustentáveis.

O projeto é contemplado pelos editais da Política Nacional Aldir Blanc Bahia e da Política Nacional Cultura Viva, com apoio do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura, e financiamento do Ministério da Cultura. O objetivo é impulsionar a economia criativa, apoiar comunidades tradicionais e incentivar práticas sustentáveis.

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