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Brasil tropeça, mas dá espetáculo de emoção em empate com a Tunísia

 Brasil tropeça, mas dá espetáculo de emoção em empate com a Tunísia
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O Brasil entrou em campo ontem, em Lille, pra fechar o ano e… deu aquele mix de sentimentos que só a Seleção consegue entregar. No fim das contas, empate por 1 a 1 com a Tunísia, mas com ingredientes suficientes pra virar assunto na resenha de hoje.

A Tunísia abriu o placar logo aos 22 minutos, num contra-ataque esperto que pegou a defesa brasileira cochilando. Mastouri mandou pra rede e deixou o Brasil atrás. Mas a resposta veio antes do intervalo: Estêvão, o menino que joga como gente grande, bateu pênalti com personalidade aos 44 e deixou tudo igual.

No segundo tempo, o Brasil voltou com aquela pressão de “vamos virar”, criou, martelou… e teve mais um pênalti. Mas aí Lucas Paquetá resolveu mandar uma bola que até agora deve estar subindo em Lille. Chance perdida, bronca da torcida e aquele gostinho amargo.

Teve também o susto da noite: Éder Militão saiu machucado, deixando o sinal de alerta aceso para 2026.

Do outro lado, Ancelotti observa tudo com calma italiana, mas já sabe que tem trabalho pela frente pra transformar domínio em vitória.

Resumo da resenha?
O Brasil jogou melhor, teve a bola, criou chances… mas pecou na hora decisiva. Ainda assim, o brilho da nova geração — especialmente Estêvão — dá esperança e movimenta a disputa por espaço na Seleção.

Agora é virar a chave, respirar e mirar 2026 com menos drama e mais gols. Bora !!

Por Mário Tito

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