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A DEFENESTRAÇÃO DO CORONEL

 A DEFENESTRAÇÃO DO CORONEL
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COLUNA WENSE

Por Marco Wense

 

Time de Jerônimo Rodrigues diz que chapa está pronta”, sem dúvida a principal manchete política da edição de hoje, quinta-feira, 11 de dezembro de 2025, do jornal A Tarde.

 

O caro e atento leitor não precisa nem ler o comentário para saber que a majoritária, rotulada de puro-sangue (ou 100% petista), será formada pelo governador Jerônimo Rodrigues, senador Jaques Wagner, ambos buscando à reeleição, e o ministro Rui Costa na outra vaga para o Senado da República.

Quem acompanha a modesta Coluna Wense sabe que venho dizendo que o imbróglio tende a ficar mais intenso com a proximidade do pleito, sempre aconselhando o também senador Angelo Coronel (PSD) a colocar às barbas de molho.

A expectativa fica por conta da reação do Coronel diante da contrapartida de indicar seu filho, deputado estadual Angelo Filho (PSD), para a vice de Jerônimo. Angelo pai sairia candidato a deputado federal.

E o MDB dos irmãos Vieira Lima, Lúcio, presidente de honra da legenda, e Geddel? Se conformaria com a promessa da titularidade de duas secretarias? Lembrando que Lúcio já disse por diversas vezes que o MDB não abre mão de indicar o vice do chefe do cobiçado Palácio de Ondina.

Nesse emaranhado jogo político, que costumo dizer que o menos esperto dar beliscão em azulejo, não se fala do Avante do empresário Ronaldo Carletto, que parece aceitar o desdém do lulopetismo com a legenda.

 

Termino com um hipotético diálogo entre Jaques Wagner e Angelo Coronel na foto que encabeça a coluna de hoje.

Wagner para o Coronel: “Você é o cara. Juntos vamos ser reeleitos”. O Coronel responde: “O cara é você, pelo qual tenho uma grande admiração. Sei da lealdade do amigo”.

O mundo da política é movediço, cruel e traiçoeiro. Pelo andar da carruagem, vai terminar Angelo Coronel sendo o “cara pálida”.

 

TIRA-GOSTO

 

E agora, Eduardo Bolsonaro? A “química” de Donald Trump com Lula passou para o ministro Alexandre de Moraes, tido como o “carrasco do bolsonarismo”.

 

 

 

Por Marco Wense

 

 

 

 

 

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