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Ministros apresentam a Lula proposta de Frente Internacional contra Desinformação

 Ministros apresentam a Lula proposta de Frente Internacional contra Desinformação

Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

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A primeira reunião do governo Lula para debater as mudanças anunciadas pela Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, deve debater a formação de uma frente internacional contra desinformação como arma política.

O plano seria iniciar a mobilização por contatos com a União Europeia, que também é alvo de ameaças dos CEOs de big techs por ter avançado nos debates sobre a regulamentação de redes sociais.

O estopim para a mobilização foi o anúncio de que a Meta vai acabar com o trabalho de checadores de fatos, que serviam para a empresa sinalizar discursos mentirosos e fake news política e discurso de ódio.

Como resultado, a Meta passa a aceitar menções a pessoas LGBTQIA+ como portadoras de doenças mentais -tese rechaçada há anos pela ciência e especialistas na área – e contra mulheres. Falas preconceituosas contra imigrantes também ganharão mais espaço, sob o entendimento de que o tema é “alvo de debate político”.

Com a mudança, a Meta claramente fez um sinal a Trump e se soma a Elon Musk, bilionário dono do X, que abertamente tem usado sua plataforma para divulgar ideais de extrema direita.

Nesta semana, ele deu palanque à candidata da extrema direita alemã, num gesto que levou o chanceler do país a protestar. Musk fará parte do governo Trump nos EUA.

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