Pipoca do MUDEIdeNOME leva pranchão para a orla durante a 5ª Volta no Parque no domingo (20)
Foto: Bruno Concha
O Movimento Musical MUDEIdeNOME promove, no domingo (20), a 5ª edição da Volta no Parque, como parte da programação do Festival da Primavera. O cortejo começa às 11h e contará com Ricardo Chaves, Jonga Cunha, Ramon Cruz e Magary Lord no pranchão, percorrendo a orla ao som de clássicos da música baiana, sucessos marcantes de diferentes carnavais e músicas do próprio grupo, apresentadas em novos arranjos.
A concentração será realizada na região localizada atrás do Centro de Convenções de Salvador. Em seguida, os participantes seguem em direção ao Parque dos Ventos, em um percurso que combina música, celebração e lembranças afetivas.
“É um prazer muito grande para o MUDEI reencontrar nosso público em cima do pranchão. Isso já virou uma tradição. As pessoas estão acostumadas com nossos movimentos, seja no Furdunço ou no Fuzuê, na Pipoca do MUDEI no Carnaval, na tradicional Volta ao Dique e na Volta no Parque. Então, convidamos todos para celebrar esse encontro com a gente”, afirma Ricardo Chaves.
Com entrada gratuita, a Volta no Parque reúne música e cultura em um grande cortejo pela orla, com um clima descontraído e participativo. Famílias, foliões e pessoas que praticam atividades esportivas na região também acompanham o percurso, transformando a manhã em uma oportunidade de encontro e convivência.
Mais do que um momento de diversão, a iniciativa reforça a tradição baiana de celebrar a vida coletivamente e receber as pessoas com alegria. Essa proposta também está no DNA do MUDEIdeNOME, que tem como característica reunir o público e levar diversão por onde passa.
A 5ª Volta no Parque faz parte do Festival da Primavera, evento incluído no calendário oficial de Salvador, que promove ações em diferentes regiões da cidade para celebrar a chegada da nova estação.
O pranchão
O pranchão foi apresentado pelo MUDEIdeNOME durante o Carnaval de 2015. Trata-se de uma estrutura móvel pensada para aproximar os artistas do público e possibilitar a realização dos cortejos sem a necessidade do formato tradicional dos trios elétricos.
A proposta começou a ser desenvolvida em 2014, quando Jonga Cunha apresentou o projeto aos demais integrantes do movimento, que na época utilizava o nome Alavontê.
A construção do equipamento envolveu Andrezão Simões e Ricardo Chaves, com projeto elaborado pelo arquiteto Luis Pedro e execução de Marquinho Carvalho. Desde então, o pranchão passou a fazer parte dos eventos e cortejos do MUDEIdeNOME, consolidando-se como um dos elementos mais característicos do grupo.